quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Noite de descanso

As vezes é tão bom... como o nada escrito, o branco e o abraço, o rosa, o azul confortante, o palha... o que não felicita simplesmente é esquecido, visto a grandiosidade do que ocorrera. O bobo, o feliz por ser feliz, de sorriso sem troca...(agora sorrio). A possibilidade do afável, to carinhoso, do humano amoroso, pelo simples fato do eu depender do outro, e esse outro existir em toda sua potencialidade, jogados no viés do mundo da linguagem, em que se constrói esse homem, o outro, no emaranhado de sensações e percepções limitados, que nos sufocam e nos desmaiam de alegria, como aprendemos a chamar e enunciar. Obrigado por existir, e obrigado, inventor do amor.

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